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Mostrando postagens de agosto, 2019

Projetando um PC gamer

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A primeira opção é escolher o processador, Intel ou AMD. A AMD finalmente assumiu a liderança na tecnologia e sua linha Ryzen 3000 ganha elogios em todas as mídias. Particularmente tenho o pé atrás com a marca, pois todas as máquinas que montei pra mim não me agradaram, inclusive tenho uma agora que deixei de usar como principal. A configuração deveria ser a melhor de casa, porém a performance em uso não me agradou. AMD Ryzen 5 2600 Watercooler  Alseye Reactor 120mm MSI B450 Gaming Pro Carbon AC 2 x 8 GB DDR4 Corsair 3 GHz WDC Black SSD NVME 512 GB PowerColor Radeon RX580 8 GB Gigabyte 750W ATX Gold Corsair Carbide 270R 2 x Seagate Barracuda 2 TB SATA 7200rpm Bastaria trocar o processador pra ganhar do I7 9700 segundo as publicações, mas resolvi não arriscar e fiz um upgrade no meu I3 8100. Intel I5 9400F Corsair Watercooler H.55 Gigabyte B360N Gaming Pro WIFI 2 x 8 GB DDR4 Corsair 2,4 GHz Intel SSD NVME 512  GB MSI GeForce GTX 1070TI Platinum Corsair 550W ATX Bronz

Gargalo ou incompatibilidade?

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O primeiro PC gamer que montei estava redondo e me deixava muito satisfeito. Resolvi fazer uma besteira então e parti pra plataforma AMD, com o Ryzen 5 2600 e uma placa-mãe MSI B450, que é o chipset intermediário da marca. Tive problemas desde o início, mas o que sempre incomodou foi a performance em jogos. Não eram apenas os números, mas a sensação e um dia, meu filho jogando Final Fantasy me mostrou um bug bem estranho, a taxa de quadros caixa para menos de 5 e o jogo não obedecia nenhum comando, ficando assim por alguns segundos, talvez até um pouco mais de minuto e voltava ao normal. Pesquisei e encontrei relatos de problemas com placas GTX na plataforma Ryzen. Comprei uma Radeon RX580 8 GB e realmente pareceu melhor a estabilidade, apesar da placa ser bastante inferior em performance à GTX 1070TI. Ai tive outro problema, levei a GTX 1070TI para o PC com o I3 8100 e o processador não foi suficiente para manter a performance e não chegava ao que tinha com o I5 7600K. Os víde

NVME

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O  Non-Volatile Memory express é um padrão criado para permitir a conexão direta do SSD ao barramento PCI, o que permitiu ultrapassar a barreira do SATA e chegar a taxas de transferência em Gigabits por segundo! Outra diferença é o formato que deixou de buscar semelhança com um disco de notebook e foi reduzido para uma placa, semelhante às de memória RAM, mas com o conector numa das laterais menores, com um chanfro pra evitar a instalação incorreta. Na foto abaixo, um dos modelos mais simples da Intel, o 660P, que adquiri recentemente. Um teste sintético conhecido é esse da Crystal, o DiskMark. Os dois primeiros foram executados no meu PC Intel: - Intel Core I3 8100 - Memória 16 GB DDR4 2400 MHz - Placa-mãe Gigabyte B360N Aorus Gaming mini-itx Samsung SSD 750 EVO 500GB SATA Intel 660P 512 GB NVME Western Digital Black 512 GB NVME O WD está ligado em outra máquina e é um modelo mais antigo que o Intel, apesar de também ser PCIe X4. A configuração

PC Master Race depois de 8 meses

"The Glorious PC Gaming Master Race" foi utilizado em 2008 para criticar os donos de computadores pessoais que se achavam superiores aos consoles de videogame, o próprio autor escreveu anos depois outro texto sobre a frase em si: http://www.escapistmagazine.com/articles/view/video-games/columns/extra-punctuation/10350-The-Glorious-PC-Gaming-Master-Race Em 2011, o termo PC Master Race se popularizou devido ao Reddit encabeçado pelo português Pedro19: https://www.reddit.com/r/pcmasterrace/ Polêmicas a parte, o que faz de um computador pessoal uma máquina de jogos em meados de 2019? Óbvio que existem jogos que não precisam de alta capacidade de processamento gráfico, mas a tecnologia trouxe imagens cada vez mais realistas e para isso precisa de uma placa dedicada, por mais que os fabricantes de processadores tenham buscado incorporar essa capacidade em seus encapsulamentos. A placa de vídeo é responsável pela geração das imagens tridimensionais que tentam trazer a imersão no

Xbox One

O videogame da Microsoft está em sua terceira revisão. O Xbox One original tinha a fonte externa e o Kinect como atrativo que acabou não resistindo, mesmo com os jogos de dança fazendo sucesso. Kinect era uma câmera com sensor infravermelho e microfone, que permitia ao aparelho ver e ouvir, mas nunca de forma completamente satisfatória. O modelo slim veio para corrigir todos os problemas, ficou menor, a fonte de alimentação foi embutida, aumentou a capacidade de processamento o suficiente para ficar fluido e sem engasgos. Adicionou um leitor de bluray 4K e a capacidade de reproduzir discos de vídeo nesse formato, entretanto os jogos ficaram restritos ao Full HD (1920 x 1080) e mais tarde, ao Quad HD (2560 x 1440). Batizado de Xbox ONE S, se destacava pela cor branca ser a mais comum e marcou o fim do Kinect, pois o conector proprietário não vinha mais no console. Ainda seria possível utilizar o periférico com um adaptador USB, que funcionava no Windows também, mas não teve sucess