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Dando adeus ao AMD

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O meu primeiro PC gamer foi montado há uns 3 anos e era baseado em um Intel Core I5 7600K com a placa-mãe Asus Strix Z270 com placa de vídeo EVGA GTX 1070 FTW. Resolvi fazer um downgrade nesse computador e troquei o processador por um I3 6300 e a placa de video por uma Saphire RX 480 com 8 GB. Acabei me decepcionando com a RX 480 porque fazia muito ruído na ventoinha unica e comprei uma EVGA GTX 1060 de 6GB, que manteve o ruído alto, melhorando pouca coisa. Animado com a recuperação da AMD, resolvi tentar a marca novamente, após muitos anos e uma grande decepção com o Athlon XP. O custo benefício na época era o Ryzen 5 2600 e gastei um tanto a mais pra ter uma placa mãe com bluetooth e wifi onboard, a MSI B450 Carbon AC. Em busca da redução do ruído da placa de vídeo, adquiri uma MSI GTX 1070TI Platinum de 8 GB. Percebi que não houve ganho algum para jogos e a maior vantagem seria para renderização ou programas otimizados para os 6 núcleos com HT. Meu filho descobriu que o compu...

Alexa

Intrigado com a grande campanha de entrada da Amazon no Brasil, depois de usar pouco o Kindle e o Fire TV, resolvi experimentar a Echo. Além da curiosidade com os recursos para integração com a casa inteligente, procurava uma caixa de som bluetooth para deixar avulsa em casa, após não gostar do som das pequenas JBL GO. Não que as JBL sejam ruins pelo tamanho, mas são praticamente iguais as caixas de som do monitor de vídeo do PC. Assim, não comprei a Echo Dot 3 e Echo View 5 (apesar de me interessar bastante pela tela integrada) no lançamento, perdendo o bom desconto e aguardei a disponibilidade da Echo. Entrou em pré-venda na semana passada, com previsão de lançamento para segunda-feira. Fechei o pedido no sábado e na quarta-feira recebi a caixinha da Amazon, terceira compra no Brasil e muito satisfeito em todas. Ao pegar a caixa de papelão tradicional, estranhei o peso, não lembro de ter visto na descrição do produto essa especificação, mas é pesadinha! Em seguida, estranhei o...

Realidade Virtual

Alguns anos atrás, tive o primeiro contato com a realidade virtual usando os óculos que a Samsung deu gratuitamente para os compradores do seu aparelho top de linha, o celular S7. O celular era encaixado na armação do óculos e fornecia as imagens e processamento VR, usando a tecnologia da Oculus. A sensação de imersão foi bem satisfatória, mas a baixa resolução deixava as imagens pixeladas e perdia um pouco da emoção. Há algumas semanas, o amigo Chaves trouxe da Europa o Rift S coincidentemente da Oculus. Percebi que alguns programas de demonstração eram iguais, mas a resolução já é adequada e a imersão acentua-se bastante. O cerebro prega algumas peças e temos todos os sentimentos de vertigem e nausea que a simulação representa, além é claro dos sustos e surpresas esperados. O andar sem se movimentar, usando o direcional analógico gera outra reação estranha e cria um paradoxo emocional bem perturbador. Acredito que até por isso, muitas das simulações fazem a pessoa ficar presa,...

PS4 Pro, o retorno

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Comprei o PS4 Pro logo depois do seu lançamento e fiquei com ele até alguns meses, quando vendi para um amigo. Recentemente adquiri o Xbox ONE X e gostei bastante, principalmente do Game Pass Ultimate, que é um serviço de assinatura juntando a Gold e o Game Pass, inclusive para PC, esse segundo disponibiliza vários jogos para download, inclusive lançamentos. Incomodado com a perda da minha biblioteca, me arrependi e adquiri novamente o PS4 PRO. Instalei junto com o PC na mesa de trabalho e conectei ao monitor LG 29WK600, que é um modelo ultrawide e meu único compatível com HDR. Notei apenas uma diferença do modelo que tinha antes e esse, o conector do cabo de energia era padrão PC e agora é padrão eletrodoméstico. Percebi que os botões do controle estão diferentes, uma sensação de quinas ao tocar nos botões, mas pode ser devido ao uso do controle do Xbox que é arredondado. Fiz um backup dos jogos em um HD externo, mas ao conectar já apareceram alguns gigabytes de atualizações p...

Projetando um PC gamer

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A primeira opção é escolher o processador, Intel ou AMD. A AMD finalmente assumiu a liderança na tecnologia e sua linha Ryzen 3000 ganha elogios em todas as mídias. Particularmente tenho o pé atrás com a marca, pois todas as máquinas que montei pra mim não me agradaram, inclusive tenho uma agora que deixei de usar como principal. A configuração deveria ser a melhor de casa, porém a performance em uso não me agradou. AMD Ryzen 5 2600 Watercooler  Alseye Reactor 120mm MSI B450 Gaming Pro Carbon AC 2 x 8 GB DDR4 Corsair 3 GHz WDC Black SSD NVME 512 GB PowerColor Radeon RX580 8 GB Gigabyte 750W ATX Gold Corsair Carbide 270R 2 x Seagate Barracuda 2 TB SATA 7200rpm Bastaria trocar o processador pra ganhar do I7 9700 segundo as publicações, mas resolvi não arriscar e fiz um upgrade no meu I3 8100. Intel I5 9400F Corsair Watercooler H.55 Gigabyte B360N Gaming Pro WIFI 2 x 8 GB DDR4 Corsair 2,4 GHz Intel SSD NVME 512  GB MSI GeForce GTX 1070TI Platinum Corsair 550W ...

Gargalo ou incompatibilidade?

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O primeiro PC gamer que montei estava redondo e me deixava muito satisfeito. Resolvi fazer uma besteira então e parti pra plataforma AMD, com o Ryzen 5 2600 e uma placa-mãe MSI B450, que é o chipset intermediário da marca. Tive problemas desde o início, mas o que sempre incomodou foi a performance em jogos. Não eram apenas os números, mas a sensação e um dia, meu filho jogando Final Fantasy me mostrou um bug bem estranho, a taxa de quadros caixa para menos de 5 e o jogo não obedecia nenhum comando, ficando assim por alguns segundos, talvez até um pouco mais de minuto e voltava ao normal. Pesquisei e encontrei relatos de problemas com placas GTX na plataforma Ryzen. Comprei uma Radeon RX580 8 GB e realmente pareceu melhor a estabilidade, apesar da placa ser bastante inferior em performance à GTX 1070TI. Ai tive outro problema, levei a GTX 1070TI para o PC com o I3 8100 e o processador não foi suficiente para manter a performance e não chegava ao que tinha com o I5 7600K. Os víde...

NVME

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O  Non-Volatile Memory express é um padrão criado para permitir a conexão direta do SSD ao barramento PCI, o que permitiu ultrapassar a barreira do SATA e chegar a taxas de transferência em Gigabits por segundo! Outra diferença é o formato que deixou de buscar semelhança com um disco de notebook e foi reduzido para uma placa, semelhante às de memória RAM, mas com o conector numa das laterais menores, com um chanfro pra evitar a instalação incorreta. Na foto abaixo, um dos modelos mais simples da Intel, o 660P, que adquiri recentemente. Um teste sintético conhecido é esse da Crystal, o DiskMark. Os dois primeiros foram executados no meu PC Intel: - Intel Core I3 8100 - Memória 16 GB DDR4 2400 MHz - Placa-mãe Gigabyte B360N Aorus Gaming mini-itx Samsung SSD 750 EVO 500GB SATA Intel 660P 512 GB NVME Western Digital Black 512 GB NVME O WD está ligado em outra máquina e é um modelo mais antigo que o Intel, apesar de também ser PCIe X4. A configura...